João queria voar. Mas não podia. Não deixaram. Tinha os olhos virados para dentro. A mãe disse: para voar, só olhando o horizonte. O pai disse: para voar, só olhando para depois do horizonte. E, sem saber o que João de fato via, lá estavam eles, o pai e a mãe, deixando o doce e perfumado ramo de flores onde enterravam os sonhos de João.
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