Colecionava memórias. As suas. As dos outros. Compunha, com elas, fantasia de uma beleza inventada. Mas nao eram dela, as memórias. Eram, dela, apenas, as imagens que ela criava e o desejo de te-las como presentes que um dia recebera daqueles que estariam, para sempre, em suas próprias memórias. As dela.
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